quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O " sentir medo" que não assusta

Como foi o seu Hallowen? Choveu? Viu algum filme de terror? Foi um dia comum? 
É fato que no Brasil o " Dia das Bruxas" não é tão lembrado como em outros países, mas ainda assim é uma data especial para mim, já que Hallowen é só mais um motivo pra ver um bom filme de terror, ou algo do tipo. Resolvi fazer uma reportagem pro jornal da faculdade sobre o tema " terror ", aproveitando a data. Não me aprofundei muito no assunto, mas vou postar aqui o texto. Espero que gostem. Lembrando que o webjornal para qual escrevo é o ComTexto (http:// comtexto.unopar.br/ ), então aproveite esses últimos segundos de Hallowen e se prepare para o próximo.  

OBS: Aproveitei o texto e coloquei a entrevista que fiz com o Boni, criador e moderado do site " King of Maine" (http://www.kingofmaine.com.br/ ), mais atualizado site sobre Stephen King no Brasil, e também da página no facebook sobre o autor, que já tem mais de  800 seguidores. Agradecendo a colaboração do Boni, Ingrid ( LOLA ) e o Jean. ;D

Sentir medo é apreciado por fãs de terror

O gênero tem muitos adeptos no país e são os mais procurados na semana do Dia das Bruxas



Sabe aquela sensação de aflição e arrepio que faz a “alma gelar”? E a percepção de que há alguém te perseguindo e te vigiando o tempo todo? Os fãs do gênero  terror amam essas sensações, e o medo é só mais um motivo para ver um bom filme. Com o “ Dia das Bruxas” os cinemas lançam diversas películas do gênero, que se tornou um dos mais apreciados nos últimos anos.
Mas por que gostar de sentir medo? É o que tenta explicar o professor Jean Carlos Gouveia. Para ele o sentimento em um livro ou filme é se aproximar dos medos da realidade. “O sobrenatural encanta e acho que a adrenalina de um filme de terror nos coloca mais próximo desse sobrenatural. Tentar entender o desconhecido, ou o mistério da morte por exemplo, talvez como uma forma de enfrentar nossos próprios fantasmas interiores”, conta o professor que não gosta de terror sangrento e nem filmes que tenham palhaços. “ Tenho fobia de palhaços”, afirma.

Os filmes de terror podem ser divididos entre psicológicos e sangrentos. Filmes como “ Jogos Mortais” apelam mais para as cenas que envolvem mutilação e sangue, enquanto longas  como  “ O Exorcista” para cenas de suspense e medo constante.

Segundo o moderador e um dos criadores do mais atualizado site sobre o escritor americano Stephen King, Boanerges Neto o terror psicológico é mais interessante. “ Eu prezo mais o terror psicológico do que o visual. Uma tortura psicológica com certeza vai me apavorar mais do que ver uma menina tendo sua cabeça cortada ao meio. Eu me assusto mais pelo horror que pessoas comuns são capazes de produzir do que monstros ou serial killers”, afirma.

O fã de Stephen King e apaixonado pelo terror acredita que as pessoas gostam de sentir medo em filmes e livros. “ É um sentimento seguro, você não vai ser atacado ou morto por ninguém, mas tem a possibilidade de emular isso e por isso essa liberdade segura encanta todos os amantes de terror”, conta.

Segundo a psicóloga Sandra Regina Galvão gostar de sentir medo é normal, mesmo em filmes. “O medo está  relacionado a um extinto de sobrevivência. As reações fisiológicas que temos diante de um risco são defesas, e ao ver ou ler algo de terror temos essa experiência, uma adrenalina relacionada ao risco assistido ou lido” conta.


Museu traz sala com personagens de terror

Ambientado em uma sala com música e luzes que fazem do clima mais propicio, museu de cera possui sala especial para fãs de terror

Jason + Eu no museu de Cera


O museu de Cera Itinerante  DreamLand recentemente trouxe seu acervo para Londrina, mas especificamente no shopping Catuaí. Dentre as atrações uma sala com personagens conhecidos de filmes de terror é uma das partes mais visitadas. 

Freddy + Eu no Museu de Cera

Ambientada com luzes vermelhas e uma trilha sonora de arrepiar, a sala tem personagens como o assassino perseguidor de sonhos Freddy Gruguer, o Vampiro Drácula e o seria killer Jason.

Segundo o responsável pelo museu na cidade João Paulo da Silva, os personagens ficaram separados do restante, que inclui cantores, atores e personalidades, pois nem todos gostam de filmes do gênero. “ Muitas pessoas não entram na sala, pois tem medo, então eles ficam separados e os que gostam podem se ambientar na sala”, explica João Paulo.
O museu também conta com acervo de cantores, personalidades, atores e ícones do cinema mundial.

Escritor Americano é cultuado no Brasil

Conhecido como o “ mestre do terror”, Stephen King é o mais adaptado autor na atualidade e tem inúmeros fãs no país

Alguns dos meus livros do Stephen King



Durante mais de 30 anos o escritor americano Stephen King vem sendo cultuado pelos fãs do gênero com o principal escritor de terror da atualidade. Com mais de 60 livros lançados, dentre eles clássicos como “ O Iluminado”, “ À Espera de um Milagre” e “ Carrie, a Estranha”, King possui muitos fãs no Brasil.

" Carrie " foi o primeiro livro lançado do escritor
A estudante de psicologia Ingrid Lohmann é fã do escritor. “ Gosto da maneira como ele descreve as cenas e os personagens. Gosto do foco dele nos personagens, faz a gente se envolver com eles, torcer por e sofrer por eles”, explica Lohmann.
O moderador do site “ King of Maine”,  Boanerges Neto,  conta como é manter o mais atualizado site sobre o autor no Brasil. “Eu tenho uma pequena equipe comigo. Um cuida da parte mecânica do site, os outros ajudam na revisão e na elaboração de notícias. Para postá-las procuro sites de renome e sempre procuramos fazer entrevistas e assuntos relacionados aos fãs do Brasil”, afirma. O site possui este nome em alusão ao sobrenome e estado de nascimento do escritor.
Boni, como prefere ser chamado, acredita que o gênero de terror tem perdido apreciadores nos últimos anos, pois houveram mudanças na forma como os filmes são produzidos. “Os filmes de antigamente procuravam assustar mais o espírito, e hoje em dia  temos histórias que só se preocupam em mostrar tripas de fora e assustar os olhos. Isso meio que enjoa rápido pra quem tem bom gosto”, conta o moderador.




 DICA DE HALLOWEN:  Um bom filme pra ver no Hallowen é o próprio Hallowen. Já falei sobre ele em um post anterior ( presente na categoria terror ), portanto vou só deixar o trailler. Doces u travessuras?








sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Segredo



Conte-me o segredo da sua alma
Recita-me o poema do seu interior
Cante as verdades da sua calma
Perceba os arrepios do meu amor

 Sonhos versados num passado distante
Despertar não é a vontade de quem já se foi
Olhos vendados, medo massacrante
A sua alma não se revela, medo ou dor?

Desvendo a natureza da sua verdade
Devagar eu sinto sua leve respiração
Protejo meu olhar contra nossa vontade
Revelo a senha do seu coração

Devagar eu sinto cada novo suspiro
Segredos e medos revelados ao vento
Um último som, seu leve respiro
E no fim eu percebo: O segredo é o tempo.

sábado, 13 de outubro de 2012

Evanescence em São Paulo - 07/10/12

Faz uma semana que tive um dos dias mais especiais na minha vida. Pode parecer exagero, mas quem me conhece sabe o quão importante é o Evanescence. No dia 07 de outubro de 2012 fui ao show da banda em São Paulo mais especificamente no " Espaço das Américas". Vou resumir meu dia e tentar explicar um pouco da emoção que eu, e outros milhares de fãs, sentiram naquela noite. 



O Evanescence chegou ao Brasil no dia 03 de outubro pra realizar 5 shows no país. Pela quarta vez, a banda passaria por Porto Alegre (04), Rio ( 06 ), São Paulo (07), Recife ( 11) e Fortaleza (13). Passariam mais de 10 dias no país em uma turnê quase que exclusiva no Brasil. Eles já haviam estado no Brasil outras 3 vezes  Em 2007 eu tinha apenas 15 anos e ninguém disposto a me acompanhar em Curitiba. Em 2009 não tinha dinheiro pra ir ao show do Maquinária. Em 2011  eles vieram para o Rock In Rio, aí as coisas já estavam mais tranquilas para mim. Quando acabou o festival, Amy Lee disse: " See You next Year", e pensei: " Com certeza estarei lá", hehe.



Encontrei um amigo de Londrina que também queria ir, o Fernando Montenegro, e fomos juntos. Comprei o ingresso no dia 16/08 quase que 20 minutos depois que liberaram as vendas. Pista Premium, com o ingresso na mão, só restava a ansiedade. O dia do show era também dia de eleição, portanto tinha alguns motivos pra me fazer desistir, como por exemplo, não ser liberado pra folgar na segunda ( pós show ). Mesmo assim fomos. 



Fernando e Eu na fila do show, representando Londrina.
Não dormi de sábado pra domingo devido ao calor e a ansiedade. Às 4:00hrs da manhã "acordei" pra tomar banho, e as 5 já estava no aeroporto. Nosso voo saía às 6:00hrs de Londrina com escala em Curitiba. Na capital paranaense tivemos a notícia que o voo pra São Paulo foi cancelado, e ficamos mais de 2 horas no aeroporto. Aproveitamos e justificamos o voto pra chegar em São Paulo às 10 da manhã. De Garulhos pra Congonhas, pegamos ônibus e Metro pra chegar no Espaço das Américas. Com medo de se perder na maior capital da América Latina, eu e o Fernando parecíamos dois turistas medrosos em São Paulo. Quando chegamos à Barra Funda nos sentimos em casa. Dezenas de jovens de visual roqueiro e camisetas do Evanescence e do The Used ( que faria a abertura do show). Corremos pra fila, e logo fizemos amizade com dois garotos de Santa Catarina ( que alias perdemos o contato ). 

Eu e Mateus Nascimento do Rio Grande do Sul

Apesar de cansados e com fome, fomos direto para a fila e isso foi desanimador. Lá, vimos que não seria fácil, pois estava um calor de 35º graús ( no mínimo ) e nós estávamos com roupas pretas e havia uma fila imensa na Premium (Vip). Ficamos na fila das 12:00hrs até as 19:00hrs em baixo de uma sombrinha cara e ruim ( R$10,00), com ambulantes nos oferecendo coisas a todo o tempo, um sol escaldante e apenas com um pedaço de torta no estômago. Mas, me perguntem se valeu a pena? Sim, cada segundo. A fila pode ter sido difícil, pois estávamos ansiosos e cansados da viagem, mas conhecemos pessoas muito legais, àquelas que sempre achamos que nunca veriamos na realidade e que conversávamos durante horas via internet. Pois é, conheci alguns e isso foi um ponto alto do dia 07/10. Outra coisa que não sai da minha lembrança é quando a banda chegou. Dezenas de seguranças e os fãs na grade gritando. Lembro que vi apenas o cabelo da Amy brilhando ao sol, hehe. O Terry ( guitarrista ) foi o mais simpático. Saiu pra fumar umas duas vezes, e todas elas nos acenou além de responder nossos gritos.Consegui tirar fotos com algumas pessoas da fila.

Pessoal que estava logo a minha frente. A fila estava bem maior que isso.


O dia passou lentamente e entre cantorias, conversas e gritos chegou o momento de entrar no Espaço das Américas. Depois de passar pelos seguranças, sai correndo pra pegar um lugar mais próximo, e eis que pago um mico. Meus pertences caíram da minha bolsa no chão, e o segurança disse: " PEGA!". Sem pestanejar enfiei pasta dentária, pulseiras e demais objetos na bolsa e fui atrás do Fernando. Ficamos mais uma hora em pé à espera do The Used que abriria o show. Aquela foi a hora mais demorada que tive durante o dia. Estava calor, eu estava com sede e com fome. A sorte é que eu tinha um pacote de bolacha na bolsa, hehe. Às 20hrs o The Used entrou no palco. Eu estava ansioso pelo Evanescence, mas os caras me surpreenderam. O som deles é algo que me lembra My Chemical Romance misturado com Simple Plan e eu só conhecia um música " The Bird and The Worm", mas eu curti o show. Foi uma ótima abertura, e apesar dos fãs de Evanescence ( que eram maioria é claro ) e The Used se alfinetarem, tudo correu bem. 



O show de abertura acabou 15 para as 21hrs, e minha ansiedade aumentou. Comecei a ficar preocupado com minha posição, pois estava a uns 4/5 metro do palco, teoricamente perto, porém sou muito baixo (1,70 eu acho), e tinha gigantes por lá. Encontrei um espaço entre as pessoas que me ajustava e segurei no ombro do Fernando à espera de Amy Lee e trupe entrar. Eu sabia que iria chorar, que minha voz ia sumir, que iria cantar todas as músicas, mas foi mais que isso, foi surpreendente. Pouco antes do show começar uma menina desmaiou do meu lado, já que o calor estava absurdo ( mesmo com ar condicionado ). Eu a estava ajudando quando a banda entrou no palco. A menina que estava mal, esqueceu de tudo e começou a gritar, e eu também. Achei que fosse desmaiar em What You Want, porque todo mundo estava gritando e me levando pra frente, não conseguia me controlar. Me recuperei e comecei a cantar com a banda pulando o mais alto que podia e gritando.



Além da Amy, os rapazes estavam muito bons. Terry com seus usuais bate cabelo; o Will é o mais agitado na bateria, quase não dá pra ver seu rosto de tanto que balança; Troy ficou bem pertinho de mim, e quase sempre gritava conosco. O Tim é mais na dele, mas sempre compenetrado no show. Quase peguei uma baqueta que o Will jogou no fim do show, mas foi um rapaz atrás de mim que conseguiu.



O som do pessoal gritando e cantando era muito alto. As pessoas pulavam e balançavam as mãos como se fossem cair, e eu fui junto. A primeira música acabou que nem vi e quando percebi já estava cantando Going Under. Foi ai que vi bem de perto a Amy Lee. Ela se aproximou do lado direito, onde eu estava, e percebi que ela era a mais linda. Talvez seja exagero, mas ela parecia uma fada naquele vestido esverdeado combinando com os olhos claros. O cabelo preto brilhando com as luzes do palco, e a pele branca e porpurinada misturada ao calor que as batidas de cabelo da Amy proporcionavam. Senti um arrepio, pois ela estava na minha frente. Sabe o que é ver oito anos de desejos realizados? Então foi isso que senti, era a realização de um sonho, e cada pensamento meu voltava a isso. Eu me lembro de ter gritado e pulado muito em " The Other Side" e "Weight of The World". Cada agudo da voz da vocalista era um arrepio. Eu ainda não havia chorado, me sentia hipnotizado pela voz da Amy Lee. Algo poderoso e vibrante que tremia o coração. Eu chorei em "Made of Stone" na ponte da música, quando a Amy canta sem o som da banda e me arrepiei muito mais quando entrou o piano e ouvi o som de " Lithium", simplesmente minha segunda música favorita. "Lost in Paradise" e 'My heart is Broken" eu chorei cantando, porque não conseguia parar. Lost in Paradise que, aliás é o novo single, foi um dos pontos forte do show. Na parte em que é cantada " Run Away, Run Away", eu senti uma vibração indescritível e emocionante. 



Parei de chorar depois que o grande piano saiu e vieram " Oceans", " The Change", " Call me When You're Souber", " Imaginary", " Bring me to Life" ( que sempre é um ponto alto, pois todo mundo canta a parte do Paul ). Pulei uma que é " Whisper", pois preciso falar deste momento. Eu sempre adorei os Lives desta música, pois além de ter uma letra forte é muito agitada e a banda sempre arrebenta. Eu vi uma banda em uma era diferente nesta música. Eu senti uma vibração das épocas antigas, quando o Evanescence ainda era da massa e tocava nas rádios. Eu vi giros de cabeça e emoção na voz do público cantando, e foi muito bom, e foi uma das melhores, impossível decidir.

Nestes shows no Brasil, o Evanescence nos apresentou " If You Don't Mind", uma música gravada pro "The Open Door", mas que nunca foi lançada. Era a última remanescente daquela era, e segundo a banda, eles estavam esperando o momento certo pra isso.  Com uma voz doce, diferente da potência demonstrada nas canções, Amy disse que não tinha lugar melhor para estrear "If You Don't Mind" do que no Brasil, e demonstrando como os fãs brasileiros são bons, boa parte já até sabia cantar a letra. Após "If You Don't Mind" eles saíram, mas pra quem já havia visto outros shows, sabíamos  que eles iriam voltar se a galera fizesse barulho. Em Porto Alegre e no Rio, o Evanescence cantou " Lacrymosa" e " My Immortal" no encore, mas em São Paulo nós queríamos Disappear. Só os fãs do Evanescence para amarem tanto um b-side e gritamos muito. Amy Lee e cia. voltou e perguntou " O que vocês estavam gritando?", e nós respondemos " DISAPPEAR", e este foi outro ponto alto do show. 




Nada melhor do que finalizar com uma balada e " My Immortal" pra mim era uma das mais aguardadas. Sempre me emociono com os lives desta música, e agora que estive lá, posso dizer: É impressionante, e como é linda. Quando começou eu chorei, e olhava para os lados, todos estavam chorando juntos. Uma Evfã que nunca vi na vida me abraçou e cantamos juntos. Havia ao meu lado, um rapaz de 1,96 de altura ( eu perguntei pra ele ), e ele chorava tanto quanto eu. Minha pele se arrepiou muito quando todo mundo cantou junto, e no clímax da música estourou uma chuva de papéis que se grudaram no corpo dos fãs, fazendo com que tudo fosse mais perfeito ainda. Chorei porque realizei um dos meus sonhos e chorei porque tinha acabado. Mas não tinha como ser mais perfeito. No twitter, Amy Lee disse que este show de São Paulo foi um dos seus melhores e favoritos, e que se sentiu arrependida de não ter gravado...



Após o show, ainda sai com um pessoal que conheci por lá e dormi muito, pois no outro dia seriam mais horas em aeroportos e aviões, e no final do dia, trabalhei das 17:00hrs até às 23:00hrs. Cansado? Sim. Arrependido? NÃO. Foi um dia muito especial, e tinha que compartilhar no meu blog. Não sei se alguém vai ler isso tudo que escrevi, mas o importante é que está registrado, e espero que consiga realizar meus próximos sonhos, e porque não conhecer Amy Lee e trupe de perto?

Henrique Lee - Um fofo, esbarrei com ele logo depois do show, ainda estavamos euforicos

Eu + Yan - Não é que realmente nos conhecemos?

OBS: As fotos do show não são minhas, não tirei fotos, na vdd até tirei, mas nenhuma boa. As fotos são do fotógrafo Leandro Anhelli ( LINK > http://www.anhelli.com.br/evanescence.htm/)



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Outubro é o Mês de Evanescence

Outubro é um mês especial pros fãs de Evanescence. Além de ser o mês que a banda passará pelo Brasil pela quarta vez realizando 5 shows ( Porto Alegre, Rio, São Paulo, Recife e Fortaleza) é o mês que dois, dos 3 álbuns da banda, fazem aniversário. " The Open Door" completa 6 anos, e " Evanescence" completa 1 ano de lançamento neste mês. É claro que não pode passar despercebido 2 dos meus CD'S favoritos fazendo aniversário, portanto resolvi fazer um pequeno resumo de cada um.






O " The Open Door" ou " A Porta Aberta" é o segundo álbum de estúdio do Evanescence. Foi lançado em 3 de outubro de 2006 e a estimativa de venda do álbum está beirando os 7 milhões de. São 13 faixas e foram produzidos 5 singles, " Call me When You're Souber", "Lithium", "Sweet Sacrifice", " Good Enough" e sendo que Weight of the World é o único singe sem video clipe. A sonoridade é tida como " madura" e com letras fortes que refletem, na maioria das vezes, os sentimentos da banda especialmente da vocalista. Piano, coros e guitarras fazem parte da composição do álbum, e a turnê passou por todos os continentes, incluindo 4 shows no Brasil. Além das faixas que entreram no CD, outras três músicas foram B-sides ou lançadas em outra oportunidade. " The Last Song I'm Wasting On You, Together Again e If You Don't Mind, sendo a última desconhecida do público.



 



Terceiro disco de estúdio da banda, o " Evanescence" veio após um hiato de 5 anos sem discos. Lançado em 11 de outubro de 2011,  estreiou em primeiro lugar na Billboard com cerca de 130 mil unidades vendidas em uma semana, sendo que foi 1 lugar em 5 paradas. Atualmente a estimativa de vendas está em torno de 1 milhão de CD'S sendo que para uma banda de rock com hiato de 5 anos é considerada uma boa vendagem nos tempos atuais. Foram produzidas 16 faixas, sendo que 12 foram lançadas na versão normal. Até agora, o álbum teve 2 singles com vídeo ( What you Want e My Heart is Broken ) e tem uma promessa pra clipe ( Lost In Paradise ). Além disso, " Made of Stone" participou da trilha de Anjos da Noite 4, "New Way to Bleed" da trilha de Os Vingadores e The Other Side lançado como single de Rock, somente em rádios de rock americanas. A turnê passou novamente por todos os continentes e tem previsão de terminar em novembro.