Faz uma semana que tive um dos dias mais especiais na minha vida. Pode parecer exagero, mas quem me conhece sabe o quão importante é o Evanescence. No dia 07 de outubro de 2012 fui ao show da banda em São Paulo mais especificamente no " Espaço das Américas". Vou resumir meu dia e tentar explicar um pouco da emoção que eu, e outros milhares de fãs, sentiram naquela noite.
O Evanescence chegou ao Brasil no dia 03 de outubro pra realizar 5 shows no país. Pela quarta vez, a banda passaria por Porto Alegre (04), Rio ( 06 ), São Paulo (07), Recife ( 11) e Fortaleza (13). Passariam mais de 10 dias no país em uma turnê quase que exclusiva no Brasil. Eles já haviam estado no Brasil outras 3 vezes Em 2007 eu tinha apenas 15 anos e ninguém disposto a me acompanhar em Curitiba. Em 2009 não tinha dinheiro pra ir ao show do Maquinária. Em 2011 eles vieram para o Rock In Rio, aí as coisas já estavam mais tranquilas para mim. Quando acabou o festival, Amy Lee disse: " See You next Year", e pensei: " Com certeza estarei lá", hehe.
Encontrei um amigo de Londrina que também queria ir, o Fernando Montenegro, e fomos juntos. Comprei o ingresso no dia 16/08 quase que 20 minutos depois que liberaram as vendas. Pista Premium, com o ingresso na mão, só restava a ansiedade. O dia do show era também dia de eleição, portanto tinha alguns motivos pra me fazer desistir, como por exemplo, não ser liberado pra folgar na segunda ( pós show ). Mesmo assim fomos.
Fernando e Eu na fila do show, representando Londrina.
Não dormi de sábado pra domingo devido ao calor e a ansiedade. Às 4:00hrs da manhã "acordei" pra tomar banho, e as 5 já estava no aeroporto. Nosso voo saía às 6:00hrs de Londrina com escala em Curitiba. Na capital paranaense tivemos a notícia que o voo pra São Paulo foi cancelado, e ficamos mais de 2 horas no aeroporto. Aproveitamos e justificamos o voto pra chegar em São Paulo às 10 da manhã. De Garulhos pra Congonhas, pegamos ônibus e Metro pra chegar no Espaço das Américas. Com medo de se perder na maior capital da América Latina, eu e o Fernando parecíamos dois turistas medrosos em São Paulo. Quando chegamos à Barra Funda nos sentimos em casa. Dezenas de jovens de visual roqueiro e camisetas do Evanescence e do The Used ( que faria a abertura do show). Corremos pra fila, e logo fizemos amizade com dois garotos de Santa Catarina ( que alias perdemos o contato ).
Eu e Mateus Nascimento do Rio Grande do Sul
Apesar de cansados e com fome, fomos direto para a fila e isso foi desanimador. Lá, vimos que não seria fácil, pois estava um calor de 35º graús ( no mínimo ) e nós estávamos com roupas pretas e havia uma fila imensa na Premium (Vip). Ficamos na fila das 12:00hrs até as 19:00hrs em baixo de uma sombrinha cara e ruim ( R$10,00), com ambulantes nos oferecendo coisas a todo o tempo, um sol escaldante e apenas com um pedaço de torta no estômago. Mas, me perguntem se valeu a pena? Sim, cada segundo. A fila pode ter sido difícil, pois estávamos ansiosos e cansados da viagem, mas conhecemos pessoas muito legais, àquelas que sempre achamos que nunca veriamos na realidade e que conversávamos durante horas via internet. Pois é, conheci alguns e isso foi um ponto alto do dia 07/10. Outra coisa que não sai da minha lembrança é quando a banda chegou. Dezenas de seguranças e os fãs na grade gritando. Lembro que vi apenas o cabelo da Amy brilhando ao sol, hehe. O Terry ( guitarrista ) foi o mais simpático. Saiu pra fumar umas duas vezes, e todas elas nos acenou além de responder nossos gritos.Consegui tirar fotos com algumas pessoas da fila.
Pessoal que estava logo a minha frente. A fila estava bem maior que isso.
O dia passou lentamente e entre cantorias, conversas e gritos chegou o momento de entrar no Espaço das Américas. Depois de passar pelos seguranças, sai correndo pra pegar um lugar mais próximo, e eis que pago um mico. Meus pertences caíram da minha bolsa no chão, e o segurança disse: " PEGA!". Sem pestanejar enfiei pasta dentária, pulseiras e demais objetos na bolsa e fui atrás do Fernando. Ficamos mais uma hora em pé à espera do The Used que abriria o show. Aquela foi a hora mais demorada que tive durante o dia. Estava calor, eu estava com sede e com fome. A sorte é que eu tinha um pacote de bolacha na bolsa, hehe. Às 20hrs o The Used entrou no palco. Eu estava ansioso pelo Evanescence, mas os caras me surpreenderam. O som deles é algo que me lembra My Chemical Romance misturado com Simple Plan e eu só conhecia um música " The Bird and The Worm", mas eu curti o show. Foi uma ótima abertura, e apesar dos fãs de Evanescence ( que eram maioria é claro ) e The Used se alfinetarem, tudo correu bem.
O show de abertura acabou 15 para as 21hrs, e minha ansiedade aumentou. Comecei a ficar preocupado com minha posição, pois estava a uns 4/5 metro do palco, teoricamente perto, porém sou muito baixo (1,70 eu acho), e tinha gigantes por lá. Encontrei um espaço entre as pessoas que me ajustava e segurei no ombro do Fernando à espera de Amy Lee e trupe entrar. Eu sabia que iria chorar, que minha voz ia sumir, que iria cantar todas as músicas, mas foi mais que isso, foi surpreendente. Pouco antes do show começar uma menina desmaiou do meu lado, já que o calor estava absurdo ( mesmo com ar condicionado ). Eu a estava ajudando quando a banda entrou no palco. A menina que estava mal, esqueceu de tudo e começou a gritar, e eu também. Achei que fosse desmaiar em What You Want, porque todo mundo estava gritando e me levando pra frente, não conseguia me controlar. Me recuperei e comecei a cantar com a banda pulando o mais alto que podia e gritando.
Além da Amy, os rapazes estavam muito bons. Terry com seus usuais bate cabelo; o Will é o mais agitado na bateria, quase não dá pra ver seu rosto de tanto que balança; Troy ficou bem pertinho de mim, e quase sempre gritava conosco. O Tim é mais na dele, mas sempre compenetrado no show. Quase peguei uma baqueta que o Will jogou no fim do show, mas foi um rapaz atrás de mim que conseguiu.
O som do pessoal gritando e cantando era muito alto. As pessoas pulavam e balançavam as mãos como se fossem cair, e eu fui junto. A primeira música acabou que nem vi e quando percebi já estava cantando Going Under. Foi ai que vi bem de perto a Amy Lee. Ela se aproximou do lado direito, onde eu estava, e percebi que ela era a mais linda. Talvez seja exagero, mas ela parecia uma fada naquele vestido esverdeado combinando com os olhos claros. O cabelo preto brilhando com as luzes do palco, e a pele branca e porpurinada misturada ao calor que as batidas de cabelo da Amy proporcionavam. Senti um arrepio, pois ela estava na minha frente. Sabe o que é ver oito anos de desejos realizados? Então foi isso que senti, era a realização de um sonho, e cada pensamento meu voltava a isso. Eu me lembro de ter gritado e pulado muito em " The Other Side" e "Weight of The World". Cada agudo da voz da vocalista era um arrepio. Eu ainda não havia chorado, me sentia hipnotizado pela voz da Amy Lee. Algo poderoso e vibrante que tremia o coração. Eu chorei em "Made of Stone" na ponte da música, quando a Amy canta sem o som da banda e me arrepiei muito mais quando entrou o piano e ouvi o som de " Lithium", simplesmente minha segunda música favorita. "Lost in Paradise" e 'My heart is Broken" eu chorei cantando, porque não conseguia parar. Lost in Paradise que, aliás é o novo single, foi um dos pontos forte do show. Na parte em que é cantada " Run Away, Run Away", eu senti uma vibração indescritível e emocionante.
Parei de chorar depois que o grande piano saiu e vieram " Oceans", " The Change", " Call me When You're Souber", " Imaginary", " Bring me to Life" ( que sempre é um ponto alto, pois todo mundo canta a parte do Paul ). Pulei uma que é " Whisper", pois preciso falar deste momento. Eu sempre adorei os Lives desta música, pois além de ter uma letra forte é muito agitada e a banda sempre arrebenta. Eu vi uma banda em uma era diferente nesta música. Eu senti uma vibração das épocas antigas, quando o Evanescence ainda era da massa e tocava nas rádios. Eu vi giros de cabeça e emoção na voz do público cantando, e foi muito bom, e foi uma das melhores, impossível decidir.
Nestes shows no Brasil, o Evanescence nos apresentou " If You Don't Mind", uma música gravada pro "The Open Door", mas que nunca foi lançada. Era a última remanescente daquela era, e segundo a banda, eles estavam esperando o momento certo pra isso. Com uma voz doce, diferente da potência demonstrada nas canções, Amy disse que não tinha lugar melhor para estrear "If You Don't Mind" do que no Brasil, e demonstrando como os fãs brasileiros são bons, boa parte já até sabia cantar a letra. Após "If You Don't Mind" eles saíram, mas pra quem já havia visto outros shows, sabíamos que eles iriam voltar se a galera fizesse barulho. Em Porto Alegre e no Rio, o Evanescence cantou " Lacrymosa" e " My Immortal" no encore, mas em São Paulo nós queríamos Disappear. Só os fãs do Evanescence para amarem tanto um b-side e gritamos muito. Amy Lee e cia. voltou e perguntou " O que vocês estavam gritando?", e nós respondemos " DISAPPEAR", e este foi outro ponto alto do show.
Nada melhor do que finalizar com uma balada e " My Immortal" pra mim era uma das mais aguardadas. Sempre me emociono com os lives desta música, e agora que estive lá, posso dizer: É impressionante, e como é linda. Quando começou eu chorei, e olhava para os lados, todos estavam chorando juntos. Uma Evfã que nunca vi na vida me abraçou e cantamos juntos. Havia ao meu lado, um rapaz de 1,96 de altura ( eu perguntei pra ele ), e ele chorava tanto quanto eu. Minha pele se arrepiou muito quando todo mundo cantou junto, e no clímax da música estourou uma chuva de papéis que se grudaram no corpo dos fãs, fazendo com que tudo fosse mais perfeito ainda. Chorei porque realizei um dos meus sonhos e chorei porque tinha acabado. Mas não tinha como ser mais perfeito. No twitter, Amy Lee disse que este show de São Paulo foi um dos seus melhores e favoritos, e que se sentiu arrependida de não ter gravado...
Após o show, ainda sai com um pessoal que conheci por lá e dormi muito, pois no outro dia seriam mais horas em aeroportos e aviões, e no final do dia, trabalhei das 17:00hrs até às 23:00hrs. Cansado? Sim. Arrependido? NÃO. Foi um dia muito especial, e tinha que compartilhar no meu blog. Não sei se alguém vai ler isso tudo que escrevi, mas o importante é que está registrado, e espero que consiga realizar meus próximos sonhos, e porque não conhecer Amy Lee e trupe de perto?
Henrique Lee - Um fofo, esbarrei com ele logo depois do show, ainda estavamos euforicos
Eu + Yan - Não é que realmente nos conhecemos?
OBS: As fotos do show não são minhas, não tirei fotos, na vdd até tirei, mas nenhuma boa. As fotos são do fotógrafo Leandro Anhelli ( LINK > http://www.anhelli.com.br/evanescence.htm/)
Outubro é um mês especial pros fãs de Evanescence. Além de ser o mês que a banda passará pelo Brasil pela quarta vez realizando 5 shows ( Porto Alegre, Rio, São Paulo, Recife e Fortaleza) é o mês que dois, dos 3 álbuns da banda, fazem aniversário. " The Open Door" completa 6 anos, e " Evanescence" completa 1 ano de lançamento neste mês. É claro que não pode passar despercebido 2 dos meus CD'S favoritos fazendo aniversário, portanto resolvi fazer um pequeno resumo de cada um.
O " The Open Door" ou " A Porta Aberta" é o segundo álbum de estúdio do Evanescence. Foi lançado em 3 de outubro de 2006 e a estimativa de venda do álbum está beirando os 7 milhões de. São 13 faixas e foram produzidos 5 singles, " Call me When You're Souber", "Lithium", "Sweet Sacrifice", " Good Enough" e sendo que Weight of the World é o único singe sem video clipe. A sonoridade é tida como " madura" e com letras fortes que refletem, na maioria das vezes, os sentimentos da banda especialmente da vocalista. Piano, coros e guitarras fazem parte da composição do álbum, e a turnê passou por todos os continentes, incluindo 4 shows no Brasil. Além das faixas que entreram no CD, outras três músicas foram B-sides ou lançadas em outra oportunidade. " The Last Song I'm Wasting On You, Together Again e If You Don't Mind, sendo a última desconhecida do público.
Terceiro disco de estúdio da banda, o " Evanescence" veio após um hiato de 5 anos sem discos. Lançado em 11 de outubro de 2011, estreiou em primeiro lugar na Billboard com cerca de 130 mil unidades vendidas em uma semana, sendo que foi 1 lugar em 5 paradas. Atualmente a estimativa de vendas está em torno de 1 milhão de CD'S sendo que para uma banda de rock com hiato de 5 anos é considerada uma boa vendagem nos tempos atuais. Foram produzidas 16 faixas, sendo que 12 foram lançadas na versão normal. Até agora, o álbum teve 2 singles com vídeo ( What you Want e My Heart is Broken ) e tem uma promessa pra clipe ( Lost In Paradise ). Além disso, " Made of Stone" participou da trilha de Anjos da Noite 4, "New Way to Bleed" da trilha de Os Vingadores e The Other Side lançado como single de Rock, somente em rádios de rock americanas. A turnê passou novamente por todos os continentes e tem previsão de terminar em novembro.
O gênero fantasia tem verdadeiros clássicos no cinema. Quando me refiro a clássico, não precisamos voltar muitos anos atras, pois a cada geração este gênero se renova. Star Wars, Senhor do Anéis, Crônicas de Nárnia e Harry Potter demonstram o quanto este tipo de filme é reconhecido. Digno de Oscar e séries entre as mais vistas de todos os tempos, a fantasia tem milhões de fãs por todo mundo.
Gullermo del Toro é um mexicano que sabe muito bem fazer filme neste estilo. Já reconhecido no cenário internacional como diretor, Toro é roteirista do próximo mais aguardado lançamento do ano, " O Hobbit", mas abandonou o projeto. Foi diretor do aclamado " Labirinto do Fauno".
Toro e o Fauno, Criador e Criatura
Nasceu em 9 de outubro de 1964 em Guadalajara, México, Del Toro foi criado por sua vó e desenvolveu seu gosto por cinema na adolescência. Aprendeu muito sobre maquiagem técnica com Dick Smith, que trabalhou no filme " O Exorcista". Com 21 anos produziu seu primeiro filme, Dona Herlinda e seu Filho. Trabalhou por um longo periodo como supervisor de maquiagem em várias produções, até que construiu sua própria companhia, " Necropia". O primeiro sucesso veio com " Cronos" em 1992, que ganhou prêmios no México e foi sucesso em Cannes. Foi pra Hollywood, mas se decepcionou com alguns fracassos foi quando retornou ao México e criou sua produtora " The Tequila Gang". A critica gostou muito do resultado do filme " A Espinha do Diabo", um horror atmosférico que já demonstrava um pouco da faceta " fantasiosa " de Toro. O filme que trouxe o estrelato para o mexicano foi " O Labirinto do Fauno", um filme que mistura fantasia, horror e aventura, com muitos toques de maquiagem e suspense. Foi indicado ao oscar de melhor filme estrangeiro em 2007.
Também ajudou a produzir e dirigir " Hellboy"
Um outro sucesso de Toro foi o suspense de terror " Não tenha medo da Escuridão" uma refilmagem de um dos clássicos do gênero. Com uma fotografia muito bem composta, intercalada com cenas que desenvolvem o suspense de fobia, Toro soube refazer o clássico nos tempos de hoje.
Mais uma estória de Toro com um criança no papel principal
Outra obra desenvolvida pelo produtor e diretor é a série literária " Trilogia da Escuridão". Os livros – Noturno, A Queda e Noite Eterna – foram escritos em parceria com o autor Chuck Hogan, e tem possibilidade de virar uma série de TV no próximo ano. A história envolve vampiros diferentes do que estamos acostumados, apresentando uma espécie de vírus que transforma as pessoas em criaturas
que se assemelham a um tipo de vampiro com características de zumbi, tudo isso iniciado em uma Nova Iorque atual.
Com todas essas vertentes, Toro tem sido um dos meus diretores favoritos, e com certeza é uma super indicação para os fãs do gênero.
Agora veja o Enredo de " O Labirinto do Fauno".
O Filme mescla uma excelente maquiagem com um enredo de tirar o folego
Ofelia é a reencarnação de uma princesa que fugiu do submundo, onde predomina a magia e os seres fabulosos.
No plano terreno, ela e sua mãe que está prestes dar à luz, estão de
viagem para um acampamento militar, onde Ofelia irá conhecer o seu novo
padrasto, o temido capitão Vidal; Este é um excelente soldado, comanda
com mão de ferro seus subordinados, e suas características mais notáveis
são o sadismo e o preconceito.
No decorrer da trama Ofelia encontra vários seres fabulosos, e um deles é o fauno, e ele revela a ela que sua missão é ajudá-la a retornar para o verdadeiro lar, o submundo.
Mas para isso a garotinha terá que realizar três tarefas
secretamente, ainda ela conta com alguns objetos mágicos e fadas dadas
pelo fauno, entre eles são: Um livro mágico capaz de contar a história
de tudo que existe, mesmo sendo o passado ou até mesmo o futuro, e entre
outros.
Uma fantasia infantil, com toques de sobrenatural e folclórico
Após várias desventuras e aparições de criaturas monstruosas, Ofelia
realiza as duas primeiras tarefas e paralelamente o conflito entre os
militares e os rebeldes republicanos, torna-se cada vez mais intenso, e
com perdas significativas por parte dos republicanos. Com a morte da
mãe, Ofelia resgata o seu irmão de Vidal, mas ele inicia uma caçada para
recuperar o filho. A fantástica magia do labirinto ajuda-a a escapar, e
a leva de encontro com o fauno. E ele mostra a terceira e ultima
tarefa, sendo um teste de sacrifício, onde ela deveria escolher entre a
vida de seu irmão ou sua única oportunidade de regressar a seu legítimo
lar.
Nos acontecimentos finais, ela escolhe salvar a vida do bebê, e é
assassinada pelo seu próprio padrasto Vidal, que antes tomou seu filho
das mãos dela; Entretanto ele é cercado e morto pela milícia revelando o
seu segredo de família. Ofelia já morta revive no plano fabuloso, onde
sua verdadeira família e reino existem, e ainda de acordo com a narração
ela vive feliz eternamente.
Mirai Nikki é um mangá e anime japonês. Ele é escrito e ilustrado por Sakae Esuno, sendo lançado em 26 de janeiro de 2006.
Os 12 portadores de diários
Para quem não sabe, mangá são histórias em
quadrinhos feitas em estilo japonês.
A origem do mangá está no Oricom Shohatsu ( Teatro
das Sombras ), que no feudalismo percorria os vilarejos contando lendas com
fantoches. As lendas eram escritas em rolos de papel e ilustradas dando origem
às histórias em sequência, e consequentemente originando o mangá. Vários mangás
deram origens a animes para exibições na televisão, vídeos e cinemas. Muitas
vezes ocorre também o inverso, animes se tornam em edições impressas de ilustração.
No caso de Mirai Nikki, primeiramente foi feito o
mangá, para posteriormente ser criado o anime. O enredo se baseia inicialmente
na vida de Yukiteru, um jovem japonês que tem uma vida comum, mas que não tem muito
interesse em socialização. Aparentemente sem amigos, Yuki passa os dias no
celular escrevendo uma espécie de diário eletrônico, no qual descreve os ocorridos
de sua vida. O garoto tem uma imaginação imensa e
acaba criando um “ mundo” alternativo em seus pensamentos. Tudo não passava de
um sonho, mas Yuki se surpreende com sua imaginação tomando conta da realidade.
Yuki é surpreendido por um beijo de um de seus amigos
O garoto é convidado por um Deus, criado
primeiramente em sua imaginação, Deus Ex Machina a participar de um jogo de vida
ou morte. Achando que não passava de um delírio, Yuki acorda e percebe que seu
celular tinha anotações que ele não havia feito. O conteúdo das mensagens eram
situações do futuro e todas acabam se confirmando certeiras. Deus Ex Machina não era
um delírio afinal, e agora Yukiteru é o portador do diário do futuro ( Mirai
Nikki em japonês ) e terá que proteger o item até a morte. Caso o celular for
destruído, o garoto também morre.
Envolvido em um jogo com mais 11 portadores de
diários, Yukiterá que enfrentar os
outros portadores que tem diários com habilidades diferentes e chegar até o
fimpara se tornar o novo Deus. Apesar
do medo, seus sentimentos começam a ficar mais confusos quando conhece a
misteriosa Yuno, uma garota que se diz apaixonada por Yuki, e que apesar de ser
da mesma turma sempre passou despercebida. Yuno tem o Diário do Amor, que prevê
o futuro de Yuki, e segundo ela protegerá Yuki até a morte, mas como, se só um
poderá vencer no final? Para quem se interessar não é difícil encontrar os episódios em sites na internet.
Yuki e Yuno
Os 12 Diários são:
Diário do Futuro;
Diário do Amor;
Diário do Assassino;
Diário da Investigação;
Diário da Super Visão;
Diário da Clarividência;
Diário da Troca;
Diário da Servidão;
Diário da Fuga;
Diário da Criação;
Diário do Observador;
Diário da Justiça.
Fica a super dica para assistires, são apenas 26 episódios, evale muito a pena ver todos. Vejam a primeira abertura.