quarta-feira, 22 de junho de 2011

Noctura - Surrender The Sun


No dia 21 de junho de 2011, a banda americana de Indianapólis, Noctura, lançou o seu primero álbum intitulado " Surrender the Sun". A banda que possui influencias de Evanescence, Within Tempation e Lacuna Coil, afirma que estava ansiosa com o lançamento do álbum. O CD pode ser comprado via internet, e está custando em média R$35,00. Para comprar basta clicar no link = CD
Eles já fizeram cover de Evanescence, como as canções All that I'm living for e The last Song I'm Wasting On You.
O Noctura é formado por  Mandy Suiter e banda. Eles  seguem fazendo músicas com uma qualidade diferenciada. Os integrantes se conheceram em 2007, e desde então,   tem gravado musica e produzindo várias faixas demo por conta própria e, recentemente, recorreu à ajuda do conceituado produtor Dan Certa (We Are The Fallen, Hana Pestle, Kelly Clarkson).
O que chama atenção na banda é a influencia do Evanescence em suas letras e composições e também o timbre da voz de Mandy, que é muito parecido com o de Amy Lee.


Surrender The Sun


01.Fade
02.Everything
03.Die Another Day
04.Undone
05.Gone Away
06.Don't Save Me
07.One More Day
08.Bleeding for Truth
09.Forever Lullaby
10.Venom
Conheça as  músicas do Noctura:


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Satellite

Fonte: Site Oficial

Hoje quero indicar uma banda que tem sido meu vício nos últimos dias. Ela se chama Satellite e foi indicada pela vocalista do Evanescence, Amy Lee, mas devo agradecer ao meu amigo Ruan que realmente me influenciou a baixar o ótimo CD desta banda, que não para de tocar no meu celular.

Vou falar um pouco deles, antes de postar o material dos caras. Leiam e escutem, vale a pena.

Com origem em  Los Angeles, os 4 integrantes da banda - vocalista e baixista Steven McMorran, os guitarristas Mitch Allan e Josh Dunahoo, e o baterista/multi instrumentista Justin Glasco - estão iniciando uma nova banda. Tocando juntos no ano passado, SATELLITE começou quando Mitch convidou seu amigo Steven para uma mostra de compositores que ele estava organizando. Steven disse, "Quando eu terminei, você podia ouvir um alfinete cair. Eu não sabia o que aquilo significava, mas me senti bem sobre aquilo." Mitch sugeriu que eles trabalhassem juntos, eles puxaram Josh, um guitarrista de sessões em demanda que tinha assinado coma Columbia Records, e então contrataram Justin para a bateria, o recrutando como um membro interino logo após.

Banda - Fotos do Site Oficial

É interessante que mesmo com o sucesso individual, o SATELLITE é o lugar que eles escolheram para fazer o seu lar. Steven e Mitch se conhecem socialmente a anos. Cada um fez muito bem em seu próprio ramo; Steven assinou com a Epic no começo de sua carreira, e então encontrou seu nicho escrevendo músicas para vários artistas incluindo Street Drum Corps, Melee, David Archuleta, Crosby Loggins e a superstar internacional Celine Dion. Enquanto Mitch, desde que começou a escrever e produzir, foi indicado ao grammy, ganhou um prêmio ASCAP "pop" pela música do Bowling For Soup "1985", escreveu 4 singles do TOP 5, e foi também vocalista da banda vencedora de platina SR-71. E embora ele tenha escrito e produzido músicas para um vários artistas da indústria musical como Pink, Faith Hill, The Jonas Brothers, Daughtry, Joe Cocker, Simple Plan e mais, ele foi enfático: "Eu vendi cerca de 15 milhões de discos, e trabalhei com alguns dos maiores artistas e quase todos os gêneros da música, mas o SATELLITE é o que eu tenho mais orgulho"
O resultado é o EP RING THE BELLS produzido independetemente, com seu single marcante "Say The Words". "Os hinos do show-tapa-buraco constroem um crescente ritmo de energia que tem a multidão em seus pés a cada show e é a referência para todo o EP. "Em vez de depender do volume para a liberação emocional, a banda explora textura e melodias complexas, fazendo brotar canções que espressam uma grande variedade de emoções, mantendo a sua própria clareza imaculada."

FONTE: 1ª Comunidade Satellite no Orkut Satellite Comunity





Ring the Bells - EP da banda


Link para download do EP Satellite's EP

domingo, 5 de junho de 2011

Espinhos



Sangue na porta
A dor me confunde
Uma flor ferida e morta
Nosso sonho se funde

Uma flor de espinhos cortou meu coração
O sangue derramado assombrou minha mente
As dores do passado se fundiram à solidão
E o ódio internado afundou minha paíxão

Por mais que eu esteja perdido
Ainda sei que posso me encontrar
Sozinho no caminho da mentira
A ilsuão tenta  me fazer sonhar

Não olhe para dentro de mim
Só há escuridão, nada irá encontrar
Não existe sacrificio que me tire do fim
Nem caminho que me leve a sonhar
- Pare de me julgar
A solidão é minha
Deixe-me encontrar a saída
Neste labririnto que não tem emoção
Espinhos e a dor da  partida
São as palavras que encerram meu coração

Olho para o céu de estrelas
E minha alma eu posso enxergar
Em cada brilho que perde o sentido
Eu posso me encontrar



"E todos os meus medos se tornam fúria"

Nem mesmo ao longe eu posso gritar
Quando percebo estou mais que sozinho
Estou sem sentido
Para poder caminhar
E as estrelas que perdem o brilho
Me deixam sozinho
Não posso suportar
E a dor do coração ferido
Que um espinho resolver cutucar
Seria melhor eu ter partido, mas
Nem mesmo a morte, quer me levar

Sangue derramado colorem meu céu
Meu coração parado começa a suspirar
Meus olhos negros estão sem brilho
Meu corpo gelado deitado no chão
E por mais que eu saiba estar sonhando
A dor ainda é uma ilusão
De alguém que já sofreu
De alguém que já morreu...

Ilusão, a palavra de ordem dos coração doloridos.

05/06/11



Acabo de fazer esta "poesia", não sei bem como chamá-la. Queria dizer que por mais que ela expresse algo que as vezes ainda teima em me deixar triste, não é o que me guia. Hoje em dia sou mais do que as palavras que fazem parte do que escrevo, bem mais do que tudo que já vivi. Sou alguém que sabe que é feliz, mas que sempre procura mais, pois o que seria do ser humano se admitisse todos os dias ser feliz? Seria um homem sem objetivos, e que talvez pedesse a felicidade, que é finita, no próximo momento. Portanto são só algumas palavras, que podem não dizer nada, mas que também podem dizer tudo, nem que for por um infimo momento. Só pra constar que a frase em aspas vermelhas, rs, faz parte da música " Your Star" do Evanescence, que me ajudou na inspiração. Então como diria a Amy em Anywhere:

 "So by the morning's light
We'll be half way to anywhere
Where no one needs a reason"

"Então, pela luz do dia,
nós estaremos à meio caminho para qualquer lugar,
onde ninguem precisa de uma razão"
 


Até mais.

terça-feira, 31 de maio de 2011

War Photographer ( Fotógrafo de guerra) - James Nachtwey


 Mesmo que não seja objetivo do blog, vou postar alguns dos meus trabalhos da faculdade, sejam eles resenhas, textos, criticas, reportagens, matérias de rádio, TV ou mesmo crônicas. Todo o trabalho que tenha um cunho mais " cientifico" ou mesmo de produção em Jornalismo, curso que frequento, será apresentada na tag " Black News", traduzindo ao pé da letra seria notícias negras, mas que no contexto, quer dizer que são notícias "minhas".Espero que gostem, mesmo sendo textos mais de academia, são interessantes, e valem a pena fazer a leitura. Esta resenha é sobre o documentário " War Photographer", curta que assisti juntamente com meus colegas de turma, que narra o cotidiano do importante fotógrafo americano James Nachtwey. É um ótimo documentário, mesmo sendo em inglês, e ainda não apresentando legendas em português, é legal assisti-lo, pelo menos com legendas em espanhol. Boa leitura.

 FICHA TÉCNICA 

Título: War Photographer ( Fotógrafo de Guerra)
Direção: Christian Frei
Estrelando : James Nachtwey, Christiane Amanpour, Hans-Hermann Klare , Christiane Breustedt, Des Wright, Denis O'Neill
Gênero: Documentário
Ano: 2001
96 minutos

James Nachtwey


O ducumentário “ War Photographer” dirigido por Christian Frei, é uma narração real do cotidiano de um dos fotógrafos mais premiados e reconhecidos da atualidade, o americano James Nachtwey. Com uma linguagem diferenciada, focada na prática do fotojornalismo de guerra, o documentário, que tem duração de 96 minutos, nos mostra cenas de guerras, destruição, pobreza, dor e conflitos em cenários decadentes que procuram exibir o outro lado da fotografia, a realidade destes conflitos.
O diretor é Christian Frei, um suíço de 52 anos que é conhecido pelos seus documentários que procuram sempre retratar a intolerância e o medo humano. Atualmente trabalha em um projeto de produção de um longa sobre a guerra do Afeganistão.
O documentário inicia-se com James em uma casa pegando fogo em Kosovo,  fazendo seu trabalho, o de tirar fotos. O crepitar do fogo demonstra a destruição que assola o lugar. James tira várias fotos, e o barulho do “click’ se mistura com o do fogo.
Durante o filme vários jornalistas, editores e amigos contam um pouco da experiência que viveram com Nachtwey, sempre o retratando como um homem simples, apaixonado pelo seu trabalho e incansável. Em uma das cenas, uma das principais características do fotógrafo é apresentada, o perfeccionismo. A cena mostra Nachtwey em seu laboratório fotográfico analisando a reprodução em tamanho de pôster de uma das suas mais famosas fotos, a da cabeça de uma criança negra, e ao fundo a destruição que toma conta do lugar em que ela se encontra. Nachtwey pede para o laboratorista refazer a imagem diversas vezes, sempre procurando mostrar ou dar enfoque para alguns detalhes, como por exemplo, o céu ao fundo do garoto. 

Foto: James Nachtwey

Duas cenas que chamam atenção são a de um enterro fotografado por James, a dor dos parentes, especialmente da possível mãe do morto em combate, e a cena em que os editores do periódico em que o fotógrafo trabalha recebem suas fotos, as analisam e escolhem as mais “ chocantes” para a próxima edição.
Uma característica que particulariza o documentário e retrata de forma mais dinâmica e próxima da perspectiva do fotógrafo, é  as imagens produzidas por uma pequena câmera colocada logo acima da máquina fotográfica que Nachtwey geralmente utiliza em seus trabalhos. A partir das imagens produzidas o espectador pode perceber melhor o olhar que ele possui e também a forma como ele trabalha, sempre o mais próximo possível, de forma ágil e silenciosa.
O documentário também apresenta o depoimento de James sobre o seu trabalho, e um pouco sobre sua vida pessoal, mas sempre com foco em seu trabalho. O foto jornalista possui um apartamento em Nova Iorque, mas, pelo que se percebe, pouco tempo ele passa neste local, pois sempre está viajando a trabalho. Em seu depoimento James fala sobre sua decisão de se tornar fotógrafo de guerra, profissão que exerce desde 1980, e conta como se sente com relação a tudo o que já presenciou. Ele afirma que é necessário alguém para divulgar o que acontece no mundo, e este é o seu papel.
As fotos produzidas por Nachtwey são na maioria em preto e branco, e por se tratarem sempre do sofrimento e da dor, representam o luto em imagem. James acredita que por mais que o que faz seja profissional, é impossível não se chocar, ou se relacionar com o que se retrata ou com quem se retrata, e este é um dos temas discutidos no documentário.
A partir destes enfoque o documentário acompanhando os trabalhos de Nachtwey em vários lugares do mundo, desde a África do Sul, Indonésia e Kosovo.
Um dos trabalhos  do fotografo  que também é retratado é quando ele passa alguns dias com uma família indonésa que vive na pobreza em baixo de um viaduto e ao lado de uma linha de trem. James fotografa o cotidiano, as dificuldades e o sofrimento da família, que é constituída por três crianças, a mãe e o pai que possui apenas uma perna e um braço.

Foto: James Nachtwey


Para finalizar também é mostrado o trabalho de James retratando a vida profissional de um grupo de trabalhadores de uma mina na Ásia.
Com uma trilha sonora condizente com o tema retratado, e com um toque profundo, o documentário é capaz de horrorizar o espectador e também emocionar.Direcionado para estudantes de jornalismo, mas também para todos que se interessem por história, ou mesmo pela vida humana.
A principio o foco central do documentário em questão é o retrato da vida profissional de James Nachtwey, partindo da prática do fotojornalismo de guerra, e sua produção. Muitas vezes, se percebe que este foco vai além da vida de James, e procura retratar bem mais do que as lentes do famoso fotógrafo alcançam. O foco é na verdade o sofrimento humano, e tudo que fica além de uma imagem. As dores, a morte, a fome, a decadência, fragilidade, medo, o luto. Todos estes contextos apresentados por meio de imagens, que ilustram as páginas de jornais e revistas de todo o mundo, mas que apenas contam um momento, um instante de vidas que sofreram por toda a sua caminhada. O documentário foi premiado com vários prêmios e chegou a ser indicado ao Oscar em 2002, o principal prêmio de cinema.

Foto: James Nachtwey


Você pode saber mais sobre o documentário no site > http://www.war-photographer.com/

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O Turista

 Esta resenha foi escrita pelo meu amigo, Cezar Silva, que em uma quarta-feira foi ao cinema comigo, ver este ótimo filme. Concordo com tudo que ele diz no texto, e apesar de o filme já ser teoricamente "antigo", só agora consegui postar a resenha do meu amigo no blog. Se não viram o filme, vejam, leiam e comentem. Se viram, veja se concordam, e também comentem. Boa Leitura.

 O Turista

Poster de "O Turista"


Filme com o casal perfeito (Embora alguns críticos digam que faltou a química entre os atores) Angelina Jolie (Elise)  e Jhonny Depp (Frank) atuam de forma espetacular na minha opinião.  A trama em sua maior parte passa na cidade de Veneza (linda como sempre), pois Alexander Pearce (uma incógnita no filme todo) pede par que Elise o encontre na cidade de Veneza. Seus passos são seguidos pela policia uma vez que Elise se relacionou com Alexander este é acusado de sonegação fiscal.
O encontro do casal dá-se em uma viagem de trem onde cabe a Elise encontrar alguém do mesmo porte de Alexander para confundir a policia, pedido este feito por Alexander, desde a saída de Elise de  Paris até o fechamento da trama a comunicação entre Alexander e Eliese da-se por bilhetes. Desde seu encontro com Elise a vida de Frank muda além de se apaixonar por Elise ele vive fortes emoções de perseguições a enfrentar gangster. Em suma para mim um filme perfeito, que pouco a pouco vai desvendando os mistérios que há por trás da trama prendendo a atenção o espectador e aguçando a curiosidade para o fim.
Curiosidades

- O ator Tom Cruise foi a escolha original para o papel principal;

- Após a saída de Cruise,
Sam Worthington foi escolhido para o filme. Ele abandonou o projeto devido a diferenças criativas, abrindo caminho para a contratação de Johnny Depp;

- A atriz
Charlize Theron era a escolha original para viver a misteriosa Elise, mas o papel foi parar nas mãos de Angelina Jolie;

- Embora os nomes originais tivessem peso em Hollywood, o troca-troca de atores acabou provocando a reunião de dois atores que possuem uma legião de fãs e são famosos por suas atitudes dentro e fora do sets de filmagens;

- Primeira reunião dos dois astros no cinema;

- Rumores dão conta de que Jolie exigia que Johnny Depp usasse balas de hortelã, principalmente, nas cenas de beijo, devdo ao hálito de cigarro;

- O ator Timothy Dalton, que anda sumido das telas e foi um dos intérpretes de James Bond, por coincidência, trabalha neste filme também como um agente especial do governo;

- As mudanças, por sinal, marcaram esta produção. O Turista seria dirigido originalmente por
Lasse Hallström (Querido John), que desistiu por conflitos de agenda. Seu substituto foi Bharat Nalluri (O Corvo: Salvação), que acabou deixando o projeto mais adiante quando surgiram algumas dificuldades de elenco. Quando Jolie entrou para o filme, o mesmo aconteceu com o diretor Florian Henckel von Donnersmarck (A Vida dos Outros), mas ele desistiu alegando diferenças criativas com o ator Sam Worthington. Mais nomes foram cogitados para o cargo de "piloto" do projeto, como Alfonso Cuarón (Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban), mas Henckel von Donnersmarck acabou retornando;

- As filmagens ocorreram entre 15 de fevereiro e maio de 2010;

- Refilmagem do filme francês Anthony Zimmer - A Caçada, de 2005;

- Seu orçamento foi de US$ 100 milhões

Postagem por Cezar Silva
FONTE: http://www.adorocinema.com/filmes/o-turista/noticias-e-curiosidades/.